Aqui as coisas mudam. Mudam constantemente e sem pensar. Mudam sem querer.
Há as outras, estas simplesmente desaparecem. Não deixam rasto. Posso gritar que elas nao ouvem. Ou secalhar ouvem, mas ignoram-me.
Tu, que tavas tao perto daqui, desaparceste. Derrepente. Até hoje, não te vi mais. Fazes-me falta. Quando se olha para mim nota-se o teu acento vazio. Ainda se reconhece a marca do teu rabo nele.
Não gosto disto. Não gosto de ter que perder todo o intusiasmo ganho ate hoje, forçadamente. Axo que ninguem gosta, eu não posso ser excepção e nem quero. Gosto de ser simples e ao mesmo tempo de não fazer parte do senso comum. O senso comum não existe...
E tu?? Talvez voltes mais tarde.. não digo que estou á tua espera, secalhar não sabes o caminho certo de regresso... mas gostava.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Caminho certo
terça-feira, 23 de junho de 2009
Quem és tu?!
Ela está dentro de mim, não sei ao certo o q seja... Há quem lhe chame loucura, outros chamam medo... Não sei. Maior parte não sabe, por isso, e ao contrario de mim não percebem. A dor externa sustenta-me a dor interna. Como se me pressegui-se.
Imagino-a como um monstro feio, seguindo-me pelos caminhos da solidão. Vejo-a a espreitar em cada esquina. Mas, ao mesmo tempo, e quando estou desprevenido, ela consegue-me apanhar. E aí as coisas mudam. Passo a senti-la como uma amiga. Como se ela me desse o que mais ninguem me dá. Ouço-a a dzer: "Calma, ja passou". Ela consola-me. Os seus braços protegem-me do frio e da solidão. Sinto as festinhas meigas e suaves que passam na minha cara. Sinto o seu carinho..... Carinho bom, ou talvez mau.... mas sinto.me bem com ele mesmo assim.
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